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Poesias-->VOCÊ FÊNIX -- 08/12/2002 - 15:11 (Luiz Antonio Barbosa) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
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sonhos que cravam calados

imagens do teu adeus insistente,

tudo é fim deste amor declarado,

se amar não quis simplesmente.



a quê condenas este amar pujante.;

delírios, noites gritantes, orgasmos.

de olhares escancarados e espasmos

cujo fim foi recomeço incessante?



calou meu grito quando reverberava,

emudeceu-me quando a ti caminhava.

Fui bálsamo, apêndice, menos amante.



foges do que te condenas realmente,

finges não ter vivido o que esperou

regou com pedras a esperada semente



LUIZ ANTONIO BARBOSA

GIGIO POETA

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