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Poesias-->As cruzes -- 06/12/2002 - 23:56 (JORGE LUIZ GOMES DOS REIS) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos




A todo instante

Que finjo ser grande

Inteligente e capaz

Minha emoção não garante

Ser mais que gente grande

À procura de paz...



Tudo que pensei que era

Tudo que eu pensei que tinha

E aos poucos descobri que nada

Se compara, àquela brisa que vinha...



Vinha dos bosque, benvinda

Vinha das flores, coloridas

Vinha do mar, maresia

Vinha de você, quando te via...



A todo instante o sol molha de luz

A toda gente pensante

Que assume a sua cruz

De chumbo ou de isopor

De ódio ou de amor

Colorida ou incolor

De prazer e de dor



A cruz que eu pensei ser minha

Carreguei em silêncio e aos gritos

Até o fim da estrada que nunca vinha

Até que entendi o livre arbítrio...



Então, percebi na vida, a alegria

Perdão, percebi na estrada, energia

No chão, percebi as azas, que ironia

Solidão, te esqueci de vez, eu mentia...



E apesar de ter penado mais de um mês

E ter pensado o certo e o errado

Não considerei o talvez...

Nem sempre dois e dois são quatro...

O certo é que penei por nós três

Por mim, por você, e pelo abstrato...

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