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Poesias-->Mentiras vermelhas -- 28/10/2002 - 18:34 (Bruno Rodrigo Cunha Rodrigues) |
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Noites e mais noites
E mais uma como aquelas
Que já estavam esquecidas
Mais uma vez caí na rua
Depois de tantos meses
E a inveja os preenche
Suas almas todas carentes
Sorrindo e mostrando os dentes
Nas ruas antigas e boêmias
Você e seus amigos novos
Expelindo Odores Letais
A um passo de cair
No abismo de Calígula
Já não convivo mais
Com suas mentiras vermelhas
Que escorrem pelo meu corpo
Me fazendo sentir o Frio
O Frio do vácuo espacial
Na pior das solidões
A pior que me faz lembrar
Que sozinho chego ao fundo
Do meu poço escuro
E aí nascem minhas asas
Que por tanto tempo me foram negadas
Já não preciso dessa coroa
Nem destas roupas douradas
Não me importo com as perdas
Só me importo com a verdade
Se tivermos que brigar
Então brigaremos
Se eu tiver que chorar
Então que assim seja
Pois se não for assim
tentaremos fugir da dor
E nos afogaremos em mentiras |
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