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Poesias-->Salvando da memória -- 25/10/2002 - 18:36 (Marcelo Santos Barbosa) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Salvando da memória (mais uma vez?) meus dias de criança,

Lembro-me que com a ponta do dedo escrevi meu nome no cimento fresco da calçada,

E naquele instante sozinho, fixei-me por alguns instantes naquela imagem,

Sentenciei: Aqui vivo, aqui viverei e aqui morrerei...

Hoje, passados os anos volto e revejo o cimento já pisado e sujo,

E imagino quando não estiver mais pelo mundo,

Alguém olhar curioso a inscrição e perguntar aos amigos:

- Quem foi ele?

E um dos amigos responderá:

- Acho que foi um amigo de meu avô.

O pensamento navega pelo tempo, vai e volta,

Sem medo de se perder,

E nos traz sensações diversas.;

A parede branca vira uma tela de cinema,

Cinema de sonhos e ilusões que não voltam mais...



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