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Poesias-->Draconiano -- 18/10/2002 - 13:47 (Fabio Reis Martins) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Em ruínas encontra-se a alma

Do homem contemporâneo

O caos deflagrado pelo ser-por-mim

Talha na lápide da bondade seus

Princípios mórbidos e fétidos



A vaga do egocentrismo

Varre e subjuga os frágeis

E moribundos sobejos do

Impúbere ser-para-o-outro de Boff,

Gandy, Dalay-Lama.

Hoje morfinômano, e recluso

À utopia desgastada e maquiada

Da essência do cristianismo.



O avanço da consciência atual

Reporta-nos às cavernas do

Convívio humano.



Ave! Olho por Olho

Viva! Dente por Dente

A essência da bondade

E da pureza, está imiscuida

Às leis draconianas

Do ser moderno

A procura de satisfazer

Sua ambição egocentrica e

Mercenária.



Sobrevivem em meio

As hordas, almas puras

E embebidas pelo âmbar

Da essência do Cristianismo

Consubstanciado no ser-para-o-outro

Dentre esses há de ressurgir

Uma espécie mais humana.
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