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Poesias-->Delírio -- 11/10/2002 - 04:07 (Jose Martins) |
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Risos
rostos tristes que me rodeiam
olhares que se perdem
no além
Pensamentos de incógnita
que não sei
mas imagino
Sou apenas o que sou...
Sem sonhos, sem ilusões
sem vaidade.;
Sou aquilo que de mim fizeram!
Uma fera, um cordeiro
ou qualquer coisa
Que a inteligência humana
queira revelar.
Serei orgulho
Serei luta
no campo de batalha,
no morticínio
Ou na psicologia dos cérebros humanos.
Serei criança
Nesta tempestade de areia
Neste deserto que se arrasta.;
Sou água neste rio
Sou vento que move este navio,
deslizando à procura
Duma aventura
Duma vitória desconhecida.
Serei tubarão
destas águas agitadas,
destruindo sem piedade
tudo o que encontro
E sem saber porque o faço
Ou para quê!
Serei golfinho
a brincar com este arco
salto
E do outro lado
encontro paz.;
Ou então,
do arco não há nada
Nem as flores
Não salto.;
Não há paz nem aventura!
E...Sou assim
este “boneco”
Ou este farrapo
Como eu
Outros há nesta terra
que os homens condenaram
sem razão.
Defeitos, tenho muitos
Não ignoras.;
Mas uma qualidade julgo ter
Que é a verdade!
E...Com este sol
Estes raios
este azul
Neste campo ficarei
a meditar
Amanhã serás minha
Serei teu
Nossos corações serão então
duas pétalas acabadas de florir.
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