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Poesias-->mercado -- 08/10/2002 - 20:25 (paulo tiago santos leite) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Varando calçadões no centro

O povo passa no maior tormento

Eu, povo obstinado à utopia

olho torto, vejo o embaço

largado na expressão do corpo

daqueles que andam ao meu lado

e fingem saciados a felicidade do mercado.



É bom andar pelo centro, conviver

Os passos largos da pressa mercado

Os berros altos do histérico mercado

Chamada de bom preço, a pechincha

E o bom vendedor que sabe das melhores mentiras

Ah dona-de-casa feia, feia? Não existe isso de feia

Ah dona de casa simples

Tu que carrega este peso tão grande. Do mercado.

Mercado.; quem inventou esta palavra?

E pior que pronunciá-la é praticar o seu mandato.

E veja meu amor o que lhe digo.;

Vai pra fora do incerto saber do mercado

E viva você, só.

Nariz altivo não vê as fases da lua.















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