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Poesias-->A Partida -- 05/10/2002 - 02:01 (Lydia Prando de Souza) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Sob a relva verdejante,

ainda molhada pela chuva que cai,

guardo a indumentária que até ontem usei.

Aproveito o espaço e

guardo também um rosário de magoas,

dores,tristezas e sofrimentos.

Como chave, uma pequenina lápide de cimento

rústico com o meu nome.



Quem parte sempre chega a algum lugar.

Eu parti,

mas o sono chegou,

eu dormi.

Parti despida,leve e serena, rumo ao eterio,

em busca do quê?

Em busca da vida!



Quanto tempo para acordardo sonho ou do sono?

Eu simplesmente dormi.

Quem parte sempre chega a algum lugar

e ao acordar vi que a verdadeira vida

desde ontem habita em mim!
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