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Poesias-->MÓRBIDO -- 04/10/2002 - 12:11 (Miguel Antonio Azevedo de Souza) |
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De nada adianta temer, pois
O seu braço desce o machado sem dó. . .
Juro que não temo a morte, pois
Embora cruel, ela trás para o
Indigno corpo humano a paz
Tão sonhada. Todos tentam achar
O porque da morte, pois viver é
Quase divino. Mas
Um dia alguém disse, se
Estais vivo, um dia morrerás
E eu respeito. . . Esperando na
Longa fila o dia em que
A minha face perderá a cor, perderá a.. .
É, nada como nascer, viver e esperar.
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