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Poesias-->A minha menina -- 12/09/2002 - 20:19 (MICHEL ROSENBLAT) |
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Não te invejes ó Sol,
Pelo teu brilho ofuscado
com a grandeza de seu olhar.;
Nem te entristeças ó Musa dos Poetas,
Se a alvura do teu banho
não é como a seda da sua pele.;
Não te aborreças ó Mar
Se o teu murmúrio
não é tão meigo quanto suas palavras
Que soam sempre como versos
de uma eterna poesia.;
Pensei eu ó Brisa
Que tu tivesses
o toque mais aprazível que alguém poderia sentir,
Mas a ternura das suas mão
é o carinho mais sublime,
Com o qual nada se pode comparar.;
Onde estais vós ó Pedras Preciosas,
Que se escondem embaraçadas
pois não podeis reluzir com a meiguice de seu sorriso.;
Abandone vossas fadigas ó Bosques,
No afã de produzir fruto
mais doce que o beijo de seus lábios.;
Assim como vós Jardins de perfumes vários.;
Por que insistis em conhecer a essência de sua fragrância?
Sejais vós todos testemunhas da minha glória,
Que por prêmio celestial a tenho recebido,
Quem sou para ter de Deus a Sua lembrança?
Que caridade infinda tem me alcançado!
Esta é a mulher que sempre esperei,
Para quem reservei
todo o meu sincero e profundo sentimento.;
E mesmo antes de conhecê-la já despojava o meu amor,
em sonhos e esperança.
Andréia,
Minha menina!
Amo você!
Michel Rosenblat - 01/08/95 1:15h
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