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Poesias-->SONETO I -- 23/08/2002 - 13:59 (Nelson Haroldo C Anjos) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
SONETO I





O amor, vencido o limite, a efervescência.

no aroma que solta a flama, a chama

ao extremo, eis-me então na tua essência

imerso, à tarde no azul que renasce e dança...



Mas, de qual aurora ou de qual momento

os teus olhos castanhos mel, candeeiros acesos

luz, farol da manhã, fizeram o chamamento

emergindo em brilho nos meus desejos?



Ao meu caminho, o tempo soletra o teu nome

e do veio das letras, o meu céu floresce ardentemente

na relva mansa da minha rota, e em rondas insones,

no entanto, beijo os lábios da noite perdidamente...



Porém, tu me chamas, me entrego ao fogo do teu canto

nessa ardência, eu sei, o teu canto tem cordas da lua

transcende, pulsa: fulgor e desejo, quimeras ao vento

em que derramas o cântico sobre meu leito, nua!



Nhca

Agos/02





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