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Poesias-->Estorieta de amor -- 08/08/2002 - 22:45 (Fabiano Conte) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Ele amava-a como se

Ela lhe fosse o mundo.



Ela detestava-o na mesma

Proporção (na verdade, gostaria

Apenas de estar livre).



Dizia-lhe sempre até o cansaço:

-Se um dia tu morreres, vou-me

Embora junto contigo.



Certa feita, ao repetir-lhe a frase,

Não teve dúvidas.



Acidente e morte. Ataúde lacrado.



Do homem nenhuma lágrima.

Assim que a noite caiu,

reabriu o túmulo e lá penetrou.



Lacrou-o nova e perfeitamente.



Enquanto ele asfixiava-se e retorcia-se,

Ela observava, liberta e anciosa, as novas

Luzes da cidade que lhe surgia.



O corpo, encontrado alguns dias depois,

Com mãos e pernas abraçando a madeira,

Exibia ainda um discreto sorriso.





Cada um foi feliz ao seu modo.















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