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Poesias-->DUAS FORMAS AO ACASO -- 15/06/2000 - 00:22 (Leticia Beze) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Duas Formas ao Acaso





Dor. Sombras alimentam.

Nunca a mesma sentença. De morte.

Isso sem cor que procuro nas veias.

Sangue de ausência.

Passado, cheiro o cigarro queimando a carne.

Olhar e depois.

Um ente terceiro esconde a graça.

Para que a angustia passe.

Das cinzas o frio, do paraíso. Não.

Virá o quarto anjo. Sem dentes escuros, sem dentes. Marca de vômitos. Consagração.

Permito sonhos. Mas a mente.

Puro o corpo no chão.

Asas desfeitas. Suor ao vento.

Serpentes cruzando, os rastros. Areia basta?

Tempo de ver satélites paralíticos.

O céu. Suficiente. Enxergo nuvens.

Mãos, o ar não chega. Amputo o inútil. Não.

Profiro heresias rancorosas no cansaço.

Minhas. Mãos me deixam.

Cegueira. Claridade.

Fim afirma impossibilidade de escolhas.



31-07-99

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