Usina de Letras
Usina de Letras
55 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63889 )
Cartas ( 21386)
Contos (13326)
Cordel (10376)
Crônicas (22605)
Discursos (3261)
Ensaios - (10897)
Erótico (13607)
Frases (52423)
Humor (20252)
Infantil (5708)
Infanto Juvenil (5079)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1389)
Poesias (141249)
Redação (3393)
Roteiro de Filme ou Novela (1067)
Teses / Monologos (2447)
Textos Jurídicos (1985)
Textos Religiosos/Sermões (6456)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Velório de humanos -- 07/07/2002 - 12:46 (Fabiana Reissinger) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A noite cai indiferente ao sentimento.As estrelas, uma a uma, sem qualquer organização vão se amontoando em um céu de intenso breu.Tão conformados com o breu de seu próprio eu, qual alma se indaga ao olhar o céu?

De um rosto, estranho à multidão, uma lágrima é derramada.Uma a uma vão surgindo tal qua as estrelas no céu, mas tão distantes o rosto que chora não se assemelha a noite que cai.Tão conformados com lágrimas de sangue, qual alma se indaga ao olhar o sofrimento alheio?

Uma mão derrama em linhas, palavras que tão diferente as estrelas, se organizam a tocar um coração.Coração este indiferente as lágrimas alheias que caem.; olha o céu sem perceber que um dia inteiro foi acrescentado a sua história.Mas tão indiferentes à própria vida, e tão conformados com o conformismo de não sonhar, qual alma se importa com a mão de um poeta que tenta acordar a vida?

Um olhar atento se curva sobre uma folha a ler um poema.Reflete e vê então quanto se assemelha as palavras que alí estão.Mas tão acostumado a ignorar seus sentimentos, porque seria sua, a primeira alma ao poeta dar atenção?
Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui