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Poesias-->Velório de humanos -- 07/07/2002 - 12:46 (Fabiana Reissinger) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A noite cai indiferente ao sentimento.As estrelas, uma a uma, sem qualquer organização vão se amontoando em um céu de intenso breu.Tão conformados com o breu de seu próprio eu, qual alma se indaga ao olhar o céu?

De um rosto, estranho à multidão, uma lágrima é derramada.Uma a uma vão surgindo tal qua as estrelas no céu, mas tão distantes o rosto que chora não se assemelha a noite que cai.Tão conformados com lágrimas de sangue, qual alma se indaga ao olhar o sofrimento alheio?

Uma mão derrama em linhas, palavras que tão diferente as estrelas, se organizam a tocar um coração.Coração este indiferente as lágrimas alheias que caem.; olha o céu sem perceber que um dia inteiro foi acrescentado a sua história.Mas tão indiferentes à própria vida, e tão conformados com o conformismo de não sonhar, qual alma se importa com a mão de um poeta que tenta acordar a vida?

Um olhar atento se curva sobre uma folha a ler um poema.Reflete e vê então quanto se assemelha as palavras que alí estão.Mas tão acostumado a ignorar seus sentimentos, porque seria sua, a primeira alma ao poeta dar atenção?
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