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Poesias-->Labirinto -- 30/04/2002 - 23:27 (Alyne Roberta Neves Costa) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Fiz teu o reverso do meu verso.

Te fiz cantiga e fecundei teu tom.

E, dissonante, onde te julguei jasmim.

Incensei meu corpo, fada...

Suave aroma de alecrim.

Mas meu cansaço ante a indiferença.

Da melodia sem poder voar

De quem puxa a corda e não deseja o mar.

Tornou-me chaga dessa dor, enfim.

Semeei no asfalto gotas de esperança.

Soltei meus sonhos.

Valsei na contradança.

E sopro de vida de mim saiu.

Que a noite, quando há lua, me conduz a labirintos.

Onde me embebedo só pôr ser luar.

Que toda mulher é também satélite.

E a cada eclipse que me refletiu,

Guardo no peito o girassol aflito,

De um bem-me-quer que não se permitiu.





14/07/92

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