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Poesias-->Espelho Opaco -- 27/03/2002 - 10:20 (Lucio Mario) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A língua clama

O que a boca insana

Proclama profano...



Desculpem-me, caros leitores,

Essa abrupta interrupção.

Posto que não me fui capaz

De resistir ao insensato anseio

De conhecer-vos a opinião

A respeito dessa rudimentar escrita,

Sobre a qual pairam vossos curiosos olhares,

Tão sedentos quanto este pseudo-eu que vos redige.



Afinal, não são os versos meras camuflagens,

Sob as quais ocultam-se insaciáveis egos,

Em busca da sonoridade poética

Das críticas que lhes são dirigidas?



Iluminai-o com vossos olhos! Vivificai-o!

Mesmo que vós não o aprecieis.

Mesmo que vós não o compreendeis.

Mesmo que para vós ele nada represente.



Porque só vós sois capazes, caros leitores,

De depositar a beleza e o vigor, interiores,

Sobre esse racunho de vida

Esboçado em tinta negra

Sobre a opaca palidez do papel.



Salvador, 08 de Março de 2002.

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