Usina de Letras
Usina de Letras
24 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63497 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51996)
Humor (20212)
Infantil (5649)
Infanto Juvenil (5007)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Carpe Dien -- 27/03/2002 - 10:17 (Lucio Mario) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Ao pôr-do-sol, fizera-se o meu enterro,

Sem cruz de madeira nem lápide de mármore.

Em solo fértil, cavara-se meu lúgubre leito,

Num bosque, sob a sombra das árvores.



Na superfície, as trevas da noite precedem a luz de um novo dia,

Porém, em minha sombria esquife, jamais verei o brilho do sol.

Se, acaso, chovesse ao romper da aurora, o que de mim, então, seria,

Se, sobre meu lúgubre leito, formasse um caudaloso lençol?



Se, em minha triste enxovia, as águas infiltrassem

E pelas frestas de meu caixão carcomido penetrassem,

Molhando meu cadáver cativo?



Ah! Se, assim, sucedesse, sofreria uma convulsão,

Pois, chegaria, nesse momento, à uma triste conclusão:

- Como gostaria de estar vivo!

Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui