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Poesias-->O CORTE -- 23/02/2002 - 21:39 (Luiz Carlos C. Pereira) |
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A você, que me esqueceu...
Num descaso doido, pétalas mal-me-quer,
Flutuo amorfo, atemporal, o mundo ao lado.;
E por perder a hora de acordar a fé,
Arrasta-me a vida, depois do chão quebrado.
Soa ao fundo um Floyd apreensivo e pesado.
Ao olhar-me num todo, e eu duvido, até
Que a consciência existe e que hoje é meu fado,
Que sou eu, ali, e não um imbecil qualquer.
Mas, sobretudo, me mantém subjugado
Sentir-me preso a toda razão de mulher,
De ter futuro diferente do passado.
O corte, fundo, lateja com o que vier,
Sangue ou lágrima, cada um despreparado
Para ser o que não era e agora, é...
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