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Poesias-->Soneto à Minha Morte -- 30/04/2000 - 05:55 (Gustavo Rodrigues F Gomes) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Nessa noite de tanta desventura,

Naquele lânguido sepulcro em mármore,

Sendo eu nada mais que essa alma impura

Meu corpo jaz, ermo, à sombra de uma árvore



Choro, sim, não mais pela minha amda

Esta esvaiu-se do sonho à loucura,

Hoje uma lágrima é-me derramada

Pelo fim da minha vida obscura.



O sofrimento agora me perfura,

Como uma lâmina bem afiada

Pereço a essa incrível tortura



E no fim, já não sentirei mais nada:

Só o vazio duma cripta escura

E a saudade de um sonho em mim marcada.
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