LEGENDAS |
(
* )-
Texto com Registro de Direito Autoral ) |
(
! )-
Texto com Comentários |
| |
|
Poesias-->PALAVRAS -- 14/02/2002 - 00:00 (José Leocádio Ribeiro) |
|
|
| |
Tu falas dum amor infinito.
Infinito é algo sem fim.
Como então esquecestes
tão rápido de mim?
Enganaste-me com palavras
ditas sem sentimento.
Volúveis e inconseqüentes,
perderam-se no firmamento
Aprendi uma boa lição:
As palavras lisonjeiras
soerguem aos que as ouvem
mas, nem sempre são verdadeiras.
Como não sou telepata,
não consigo ler corações.
Desconsidero as palavras,
só dou crédito às ações.
24/08/99
|
|