Usina de Letras
Usina de Letras
32 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63497 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51997)
Humor (20212)
Infantil (5649)
Infanto Juvenil (5007)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->A UMA ESTAÇÃO DA PRAÇA -- 04/02/2002 - 16:23 (Luiz Gonzaga Neto) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A UMA ESTAÇÃO DA PRAÇA





Numa praça do outro mundo,

de fala difundida,

conversa-se em solidão,

solidão de praça grande,

o homem e sua mais tenra fração.



Numa praça do outro mundo,

folhas iguais pousam no banco,

que quando vistas construíam-se,

hoje planam em livre desconstrução.



É talvez do homem o assédio a praças

e a jardins onde possa morrer.

Onde repousar possa seu andar em círculos

junto às folhas da praça do amanhecer.



Nesses cemitérios transitivos

povoados de silêncios vivos

—praças folheando vozes—

o homem flerta com a não-fala

para conquistar as estações.

Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui