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Poesias-->Dimensão intimorata -- 04/02/2002 - 09:44 (Ademir Garcia) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Percorro os olhos, cerrados,

limitados ao véu da intimidade,

pela via sem fim, acima de mim,

algo assim, que transcende de mim,

e vai além, muito além de ti.



Interrogo a desordem da alma,

muito mais que nós, imensa,

infinitamente lugar, de mais não ir,

circunstâncias donde mais não vir,

unicamente te encontrar.



E fico nesse qualquer parar,

do lado oposto da insonte lua,

colhendo a preguiça do eterno luar,

a um passo da consciente alienação,

lá, próximo do fantástico.



Quiçá tudo se faça em fumo,

tal já irresponsável miragem,

que no infinito faz zombar de mim,

porque a pequenez do meu olhar,

não se lhe alcança a ordem.



Como uma ponte ausente,

entre o romance e a desventura,

mais um conselho indesejado e frio,

a um funâmbulo qualquer,

que pela navalha transita o fio.



Entrementes, o espelho cósmico,

houve por mil migalhas devolutas,

minha espada e meus anseios,

desvendar tua alma incandescente,

trunfo estupendo de minhas lutas.



AdeGa/2001





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