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Poesias-->Cacos de Amor Platônico -- 24/04/2000 - 22:19 (Brenno Kenji Kaneyasu Maranhão) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos




Teu olhar, que beijo,

em pétalas se desfaz.

Bem-me-quer, tu queres,

mal-me-queres, tanto faz.



Minto! Desejo-te loucamente

ainda agora, quem me dera fosse antes!

Dos teus sonhos aos teus beijos,

quero-te, louca amante!



Temo ousar a morte, amor,

sem ao menos ter vivido

Mas me mata ousar amar-te

e não ser correspondido!



Já sonhou Platão

ao esquecer-se dos sentidos:

todo o amor que temos

(e o amor que, então, sentimos)

é apenas um espelho

do verdadeiro Amor, implícito...



Procurei o Amor platônico

nos teus olhos, escondido.

Será que errou Platão?

Sim, perdeu todo o sentido...



Desejei, então, o espelho

onde o amor, que sinto, arde!

Não bastou-me os sentidos,

pois, amor, já era tarde!



Encontrei, sim, o espelho

E, no espelho dos teus olhos,

encontrei todos os sentidos!

Mas do verdadeiro Amor,

amor,

só encontrei cacos de vidro...



Brenno Kenji

05.01.2000

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