Usina de Letras
Usina de Letras
37 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63502 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51999)
Humor (20212)
Infantil (5650)
Infanto Juvenil (5008)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Cárcere -- 29/01/2002 - 16:52 (Lucas Tenório) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Fechado na minha janela,

Vejo o tempo escorrer suavemente.

E uma tristeza tanto mais que aparente

transita na garganta emudecida.



Por isso que calo e escrevo furioso,

Em busca de uma verdade longeva.

Minha avó de tantas eras.

Mãe dos meus irmãos distantes.



Abrir a janela jamais,

pois não se sabe o que há lá fora.

Creio num tempo ávido em nos destruir,

deixando-nos nus e sem cabelos.



Os novelos desatados

conspiram nos nossos labirintos.

Ouvimos os gemidos dos sacrificados,

esperando a nossa vez, na expectativa

de que nunca venha a acontecer.



Tropeçamos nas nossas pernas.

Já não corremos mais, observamos apenas

E escutamos o silêncio da saciedade.



Um rastro de luz indica o caminho.

Resta saber se há tempo para a chegada

nos portões dourados e reluzentes do fim.



Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui