Usina de Letras
Usina de Letras
52 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63499 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51998)
Humor (20212)
Infantil (5649)
Infanto Juvenil (5007)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->O NADA -- 11/11/2001 - 22:19 (Glaucia M. Cunha) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
O NADA



Buscamos o NADA

O NADA,

que é criação, profusão,

colore a vida e aquece o coração.

O NADA,

que é infinito e, na infinitude,

efetiva a essência humana,

possibilita os pontos de intersecção,

onde a liberdade se torna real

e se realiza a expansão.

Buscamos o NADA que é TUDO.

Onde erramos?

Que caminhos percorremos?

Teríamos filosofado demais

e agido de menos?

Tentamos driblar os anseios,

imitando o real,

por medo, covardia ou impotência,

e fracassamos

porque o real não tem imitação,

não tem cópia,

não admite faz-de-conta.

Ele é o que é.

Encontramos o nada vazio.

O nada,

que definha e angustia,

decresce, retrocede.

Seca a vida, desumaniza.



GCunha

11/11/2001

Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui