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Poesias-->Desabafo De Destruição -- 09/10/2001 - 01:02 (Carlinhos Pink) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
por quais vias me encaminhaste

a um louco e fúnebre despertar?

são tantos os modos

e me desfizeste do velho retrato

na parede estranha do meu quarto gelado

já inexistente

o mundo já inexistente

e a poesia resistente a uma última esperança

não mais me procure por medo ou interesse

és agora um cadáver

és agora um nada

pois antes de tudo passaram por mim

e me acorrentaram ao mundo

e me enclausuraram dentro dele

num desabafo de destruição

e a poeira inundou os ecos dos antigos sonhos

com as lágrimas de tormento de outros condenados

vítimas da indecência

vítimas da não existência

e tudo acabado

e tudo desalmado

somente traços de mim nesta poesia irreal

e um último alerta

não tente me devolver razões em razão ao fim

pois o mundo por si só já é uma bomba atômica

uma ilha deserta em desespero
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