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Poesias-->praia.por.desaguar -- 29/09/2001 - 14:24 (Daniel Veiga) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
O relento de estarmos

sem a asa dos abraços

fossiliza a calma.

Somos ávore, as mãos

nascem nas mãos

do outro. Meu amor,

meu corpo-metade,

mar das lágrimas

que não me fogem,

fonte dos rios do olhar,

estrela-farol, felina

a morder com os braços

a sede da minha cegueira,

meu amor vem, faz

brotar aluz dos sulcos

do nosso ser ulterior,

derrama-te sobre o corpo

que definha sem ti.



Estás a alguns metros

e os prelúdios e o imaginário

só vagamente aplacam

este exílio piegas de tanto

precisar de te abraçar,

morder, aprender a amar!

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