Usina de Letras
Usina de Letras
24 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63497 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51996)
Humor (20212)
Infantil (5649)
Infanto Juvenil (5007)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Canção mórbida -- 28/09/2001 - 23:16 (Insantíssima Trindade) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Canção mórbida



Ó Flato,

Tão nobre

Tão belo

Tão grandioso

Envolve o ar com o teu encanto cheiroso



Teu perfume,

Tua carne

Tua lágrima

Tua mente

Fascina com tua voz melódica esse ambiente



Mas, ó Flato,

Filho de Tique,

Não esqueças

Que minha sina

Será a mesma que a tua



“Foste gerado do ódio

e pelo ódio serás consumido”

Ninguém se importou contigo e com o que sentias

Ó Vossa Flatulência,

No dia em que partira,

Todos souberam...



E deram graças a Deus





(23/12/2000)



Ó Flato,

Tão nobre

Tão belo

Tão grandioso

Envolve o ar com o teu encanto cheiroso



Teu perfume,

Tua carne

Tua lágrima

Tua mente

Fascina com tua voz melódica esse ambiente



Mas, ó Flato,

Filho de Tique,

Não esqueças

Que minha sina

Será a mesma que a tua



“Foste gerado do ódio

e pelo ódio serás consumido”

Ninguém se importou contigo e com o que sentias

Ó Vossa Flatulência,

No dia em que partira,

Todos souberam...



E deram graças a Deus





(23/12/2000)

Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui