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Poesias-->Soneto XIX - William Shakespeare -- 04/09/2001 - 15:48 (tatiana Portela) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Tempo devorador, que torne cegas as garras do leão, que faças a terra devorar seus próprios, suaves rebentos, que arranque os dentes afiados das mandíbulas do tigre feroz, que queimes no próprio sangue a fênix da longa vida.; enquanto foges, que faças tristes e alegres as estações.; faças o que bem queiras, oh Tempo de pés lépidos, ao largo mundo e a todas sua efêmeras doçuras.; um crime mais hediondo, no entanto, te proíbo: ah, não marques com tuas horas o semblante de meu amor, nem ali desenhes linhas com tua pena antiga: deixa que ele siga ileso em teu caminho, para ser padrão de beleza aos homens que o sucedem.

Entretanto por pior que faças, velho tempo, por maiores que sejas teus malefícios, meu amor viverá sempre jovem nos meus versos.
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