Usina de Letras
Usina de Letras
29 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63882 )
Cartas ( 21386)
Contos (13324)
Cordel (10376)
Crônicas (22605)
Discursos (3261)
Ensaios - (10893)
Erótico (13607)
Frases (52406)
Humor (20251)
Infantil (5708)
Infanto Juvenil (5076)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1389)
Poesias (141244)
Redação (3393)
Roteiro de Filme ou Novela (1066)
Teses / Monologos (2447)
Textos Jurídicos (1984)
Textos Religiosos/Sermões (6454)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->LIBERDADE ALIENADA. -- 31/08/2001 - 00:46 ( Marcello ShytaraLira) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


LIBERDADE ALIENADA.



Julgamos a vida

Como dívida evolutiva

Enganamo-nos pois,...

Pois, não somos vínculos...

O de passado ficou...

São obras deles, os 13!



Tortuosos caminhos seguidos

Em milênios atrás

Repetem-se em retórica agora

O que ficou para trás

Não são sombras de fora

São nossos fantasmas temidos.



Essa sensação de pecado

É nada menos e mais

Que o medo negado...

Enraizado..., materializado

Num mundo escravizado...

Preso em nossos corpos.



Quantas vezes sonhei

Ser um corvo,

Quantas vezes tentei

Alimentar-me de meu corpo

Antes mesmo de me encontrar

Estático.



Lembro-me ainda

Da minha vida vinda

Ungida em tinta

Azul, amarela, vermelha...

Onde minha face espelha

A dor de quem está na dor

A dor de quem buscou se opor

À própria dor e...

Fora vencido.



Que liberdade é essa meu senhor

Quando percebo... da carne

Vem a tortura...

Abrindo em minha alma

Imensa ruptura?





Que liberdade é essa meu senhor

Pois quando é noite

A necessidade da carne hipnotiza

Desequilibra, dilacerando-se pela...

Efêmera foice do ódio?





Que liberdade é essa meu senhor

Se choro a perda de meus amores...

Se me sinto flutuando em águas sujas...

Quando em meu olfato

Percebo odores de quem de fato

Gostaria de me desprender?





Onde buscar a majestade liberdade

Sendo que a liberdade que tenho

Faz-me distanciar da liberdade

Que me faria ser... ser homogêneo?





Diga-me meu senhor

Quem poderás assinar

A minha alforria

A mulher que detesto amar?

O dinheiro que tudo pode comprar?

A carne saciada sem dor?

Ou a morte a fazer-me viajar?





Talvez na solidão

Andando como fez Adão

Encontrasse-me...

E neste caminho de mim saísse

A parte que aprisiona-me

Libertando-me...

Das obrigações de vida

Amém.



Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui