Usina de Letras
Usina de Letras
12 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63497 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51996)
Humor (20212)
Infantil (5649)
Infanto Juvenil (5007)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->As saúvas -- 23/03/2000 - 09:15 (Fernando de Vasconcelos Montenegro) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Sou como o terno de moendas das usinas

Espremendo cada cana magricela

Extraindo, exaurindo

Com um som metálico

Aquela última gotícula de caldo.

Sou o relógio-despertador

Que acorda o operário

Após uma noite mal-dormida

Às vezes, nem chego a despertá-lo

Não existiu sono.

Não sou formiga-saúva

Contudo, imito seus movimentos:

De casa (quando tenho) para o trabalho.

Tenho ares de uma cana magricela,

Espremido pela máquina do Capitalismo !
Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui