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Poesias-->Poesia Condoreira -- 15/03/2017 - 09:22 (Lita Moniz) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos




                                Poesia  Condoreira



           Tento me desembrulhar,

            Rasgar, jogar fora outra hora.

            Principalmente a que me empurrava:

            Precisas fugir daqui, ir embora.

            Queria ser a última pessoa levada

             pela carneirada.

             HÁ! Como  me enganava.

             A carneirada só começava.

             Cada vez aumenta mais.

             Passadores de gente a fugir da fome,

             da peste, da guerra.

             Os navios negreiros ressuscitaram.

             Nem precisam mais caçar almas

             para escravizar.

             Agora é só atracar e carregar o navio

             negreiro.

             Não conta o quanto de peso este pode

             suportar. O que conta é o dinheiro que

             o mercador quer arrecadar.

             Nem é preciso grande provisão.

             Em alto mar abandonam a embarcação.

             Entregam à sorte ou à morte aquela

             pobre gente vítima da situação.

                                        Lita Moniz

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