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Poesias-->MATA-TE E BASTA! -- 10/10/2011 - 22:40 (Alexandre José de Barros Leal Saraiva) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


Falas de tristezas e invoca o mar,

homem embriagado por luz atéia.

“Que os deuses fossem outros, assim valeria”,

eu – lúcido - te diria. Mas como fazê-lo neste ardor de meio dia?

Cantos de amores perdidos balançam as águas,

turvam o horizonte e lembram, a todo custo, o nome proibido

daquela que É.

Fale, poeta, de seus medos e rudes temores,

E na curva do teu choro, te digo sem rumores:

“És pobre, és parvo, és do amor mendigo-escravo. Mata-te e basta!”.

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