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Poesias-->Chuva... -- 30/07/2011 - 23:47 (Márcio Filgueiras de Amorim) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Há dias em que sou chuva miúda,

Que irriga, lava manso, purifica.

Trago a vida, o alento e o frescor.

Desperto da terra o cheiro e o vigor.



Há dias em que sou tempestade.

Raios, relâmpagos, trovões e rajadas.

Movendo o que estava fixo, enraizado.

No afã de revirar o que estava apaziguado.



Há dias terríveis em que não caio.

Seco, esturricado, pleno de desertos.

Não fluir ou irrigar é a maldição pior.

Parece eternidade essa espera da monção.



Há dias em que acabo em remanso.

Vejo-me estagnado, represado, estático.

Sabedor que a missão da água é buscar,

Correr a procura de desaguar no mar.

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