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Poesias-->PALMEIRAS -- 11/10/2010 - 11:14 (Cláudia Brandão Schwab) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Há poesia nos solitários vultos,

recortados no horizonte,

das palmeiras esquálidas

derrotadas pelo agrotóxico

e pela ganância.



Há poesia no velho casarão

de azulejos históricos,

tombado pela ignorância,

roído pelo abandono.

Ruína triste em meio à cidade.



Há a poesia alucinante

do sol suicida

afogando-se louco

nas águas da lagoa

e tingindo de vermelho o campo,

o céu e a alma do povo.



Há um poeta escondido

que escreve versos tortos

pelas calçadas e becos

de nossa cidade.

Pelas esquinas retas,

habitam poemas adormecidos.

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