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Poesias-->INVARIAVELMENTE -- 31/05/2008 - 20:58 (Deborah Douglas) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
INVARIAVELMENTE





As estações do ano se sucedem

Mudando o clima

E os homens não impedem



Dia e noite se alternam

Mudando o colorido do céu

E os homens não mudam



A moeda do juiz

Demarca cara ou coroa

E a sorte dos homens está por um triz



A cara triste

Marca um choro contido

A lágrima dos homens é como um pássaro preso sem alpiste



A cara alegre

Mostra um sorriso radiante

É como se os homens andarilhos encontrassem um albergue



Invariavelmente

Tudo varia

O estático só é aparente

Para aprendermos o que é nostalgia



Invariavelmente

Tudo muda

Que apareça a sorte ausente

Do mendigo da rua



Invariavelmente

Novas eras irão surgir

Que as aproveite o homem temente

Antes de ter que partir



Invariavelmente

Não penso só em mim

Penso na humanidade clemente

Que anseia que o sofrimento tenha um fim.



Deborah Douglas (pseudônimo Alma Collins)
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