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Poesias-->ÓBVIO -- 24/02/2001 - 22:25 (MARCIANO VASQUES) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
ÓBVIO

Como enigmas

que nos portos explodem,

revejo-me entre adeuses,

perdas e sonhos.



Amargo poema

escorrendo entre os dedos,

buscando

a transparência do momento.



Ah, exatidão querida,

no fundir do pólen da vida

com a dor do poema.



Que força! Que vibração! Que paixão!

Eu, que atentei para as prostitutas e

os punks de Sampa,

vi a menina suja de amor

e o cidadão

que já nem sabe do que se trata.



Oh solidão que produz

poema e luz...



Sonhei que a vida pudesse ser

um doce de Cora Coralina

sem nunca pintar o vermelho do sangue.



Sangre Soweto!

Sangre!

Sangre! Por favor!



E hoje...

Óbvio como a verdura que se perdeu

no aceno de um olhar,

brilha e dói em mim

a tristeza que cravei

aqui.



Marciano Vasques





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