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Poesias-->AMARÉ -- 11/02/2008 - 18:05 (Luiz Antonio Barbosa) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
AMARÉ NÓS



RABISCOS, RISCOS, ZÁS E UM AZ,

A MANGA RASGADA E AS ONDAS POR TRÁS,

A ONOMATOPÉIA GRITANDO TROVÕES,

A CANÇÃO JÁ NEM BAILA NA JANELA,

SÓ SOM SEMI-IDO MEIO REVERBERADO,

SEMICOLCHEIA CANTA, NA CHUVA A FEIA.

LA FORA TEM ONDAS VARRENDO AREIA

E CÁ DENTRO CADENTES SUSPIROS NO QUARTO

AINDA É DIA E O MUNDO ELÍPTICO PERMEIA,

A CAMA PASSEIA, SE DESMONTA, E, A FEIA

AINDA LA FORA CANTA, CÁ DENTRO PLANTA

MURMÚRIO DO MAR, O TETO NO ESCURO RODA,

NOSSO AMOR É FODA.

AMANHÃ MARÉ ALTA ONDA

REVOADA BRANCA RONDA

VOU EMBORA SÓ DEPOIS

A ONDA É SER UM AGORA

DEPOIS NÃO CANTA A FEIA,

ELA JÁ NÃO CONTA, GRITA,

MAS QUE ESPERENEIEM AS BRUXAS,

QUEIMEM-SE NOS GRAVETOS DEIXADOS,

SÓ RAIOS DESENHANDO NOS CORPOS

DE FRONTE, EM FRENTE CALIENTE,

MURMÚRIOS DO MAR,

A SOMBRA SOMBRA-SE LA FORA,

O TETO NO ESCURO RODA,

NOSSO AMOR É FODA.





01/04/2007

GIGIO POETA

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