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Poesias-->O FIM DE UM AMOR -- 25/10/2007 - 21:05 (Rosimeire Leal da Motta) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
O terreno interior era vasto e fértil,

e, subitamente, nasceu uma flor.

Era nosso elo de ligação.

Era o que nos unia.

E então você sumiu.

Voltou, e desapareceu novamente.

E o sangue jorrava

da ferida e da mágoa

que a alma partida sofria.

Reguei a flor com a esperança,

que, de tanto carinho, você voltasse mais uma vez.

E entre idas e vindas,

em frangalhos se resumia meu entusiasmo.

Dilacerado e com o orgulho machucado,

consumindo-se estava minha aurora.

As sobras de meu viver apontaram:

A culpa é da flor.

Com a pá na mão e raiva de mim mesma,

tentei desprender a raiz que a mantém viva.

Porém, de tão profunda, e bem firme que estava,

acesa e esplêndida continuava.

Não se mata um amor quando se quer,

mas acaba morrendo espontaneamente,

quando percebe que não há razão para existir.



© Rosimeire Leal da Motta.





OBS.: Esta poesia faz parte do livro:

"Voz da Alma" – Autora: Rosimeire Leal da Motta

Editora CBJE - RJ - Novembro/ 2005 - Poesia e Prosa.





Página Pessoal: http://br.geocities.com/rosimeire_lm/



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