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Poesias-->A Lanterna Mágica -- 14/09/2007 - 16:18 (Isaias Zuza Junior) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
De fúria em fúria aos prantos

eu reconheco ser lento o filme

dos dias, no prisma dos corpos

que se entrecortam, e perpassam

até encontrarem quem descubra

o segredo de suas películas,

o milímetro de suas vozes.



Trago a zombaria, o suspense,

a precisão de enquadramentos

para que haja mais história,

e, pelo menos, um encontro

na montagem lógica do cenário,

e esteja tudo preparado para

quando meus olhos te verem

sob tela, seja você meu filme

predileto, seja você quem for.



E se eu me prender ao enredo,

ainda que por pouco, de teus

enredos e veredas, silencio

para compreender deste filme

um roteiro humano que caminha

bicho, e pedra, coisa entre

as coisas entre portas da alma,

com meus olhos negros a filmar

qualquer que passe, qualquer

amor, desconhecimento, ou ódio.



Assim, de lentidão em lentidão

canso de procurar, num momento

que não parece jamais terminar,

quem me queira bem, e entenda

como quero te contar a estória,

como quero te mostrar os fatos

narrados sob a luz de um poema.
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