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Poesias-->SERPENTE -- 16/02/2007 - 11:13 (Rudolph de Almeida) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
SERPENTE



Serpente constritora

Camuflada em derredor respira

O sexto sentido arrepia a espinha

Denunciando sua presença furtiva

A nos fitar a espera da hora.



O bote

Surpreendente, rápido, fulminante

Enrolando-se em um abraço sufocante

O peito fica apertado

O coração espremido

A face ruborizada

O corpo se incendeia

Em grito de liberdade

É tarde!



Também pode ser sorrateiro

Esgueirando-se disfarçada até o lento ataque

O aperto envolvente, suave, cada vez mais potente

Comprimindo toda artéria e toda veia

O cérebro asfixiado já nem pensa

A carne e a alma agora são presas

Vítimas subjugadas e indefesas.



O abraço irresistível, obra da serpente

Que transformou o amor puro de Adão e Eva

Em perdição para todas as eras

Filha do amor, sem responsabilidade, a rebelde

A quem sua mãe, deusa Afrodite

Chamou Paixão, amor sem limite.

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