Usina de Letras
Usina de Letras
24 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63497 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51996)
Humor (20212)
Infantil (5649)
Infanto Juvenil (5007)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Mãos vazias (X e XI)) -- 17/02/2000 - 16:53 (Itabajara Catta Preta) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
X

"E, enquanto nas alturas o infinito"

brilhava do luar na irisdescência

eu celebrava na minh´alma o rito

da impetuosa e viva adolescência.



Via no céu meu astro favorito

piscapiscandoincerta reticência

nos dois caminhos entre os quais hesito:

- O céu, na paz. - O mundo, na violência.



Com as "mãos cheias" de laços multicores,

colhia em meu jardim ramos de flores

para enfeitar meu sonho mais bonito.



E o meu porvir, nas nuvens do futuro,

continuava secreto, ermo,obscuro

"IMPASSÍVEL, MAIS FRIO QUE O GRANITO".



XI

"Impassível, mais frio que o granito",

o tempo me tolhia o arrojo ardente

e eu me voltava, então, triste e contrito,

aos bosquejos da vida adolescente.



Sem definir por que, vibro e palpito.;

no peito o coração pulsa cadente,

quase a saltar, em busca do infinito,

preso no curso lento do presente.



Com as "mãos cheias" de fé e de esperança,

olhos extasiados de criança,

fitava o céu, tecendo fantasias...



Via-me, herói, tomando mil castelos!

Mas a glória sonhada em meus anhelos

"NÃO ABRANDAVA MINHAS AGONIAS".





----------

Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui