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Poesias-->Soneto nascituro -- 19/11/2005 - 16:09 (elvira) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Do zero...grau de Barthes e meu,



depois do vento furibundo feroz,



tal anjo a penetrar o imenso céu,



avanço de passo silencioso, sem voz....







Humilde, despida, com cheiro de rosa,



amacio o ainda vazio terno instante,



colho as pétalas da sua receptiva glosa



e rolo lágrimas pérolas pelo semblante.







Nas suas mãos deixo o ónus,



em talco, cintilante na minha tez,



a essência em mim escondida.







Quem me amar terá o bónus



de tocar a minha nobre limpidez,



harpa inteligente,som de investida...







Elvira:)
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