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Poesias-->SOM DE FLAUTA -- 26/09/2005 - 16:41 (ALFREDO ROSSETTI) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Palavra,

quando entranho em tua essência,

e te percebo mágica,

não mais sou eu.



Minha existência plasma,

Nem respirar consigo.

Não vejo mais as árvores com olhos do cansaço.

Não conto os passos até assustar-me com a esquina.

Nem percebo se ainda o tempo me atordoa.



Porque é o momento que em o momento se evapora.

É o momento que não sou mais um ser humano.

É o momento que me transformo em poema.



E a minha vida se arvora num som de flauta,

que crescendo,

se transforma em doce assobio.







www.alfredorossetti.com.br

2005
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