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Poesias-->DEPOIS DE ABRIL -- 07/12/2000 - 01:02 (Don Juan D Álamo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos




Dói muito ,mesmo,aqui dentro,

Dor que me rouba o alento,

Dor que segue,impiedosa,

Maltratando,silenciosa,

Dia e noite,noite e dia,

Decidida ,a porfia,

De l evar-me à loucura.

Dor que minh’álma esconjura,

Que detesto,que odeio,

Que meu peito parte ao meio.

Como cruel vingador,

Segue matando , essa dor.

Sem dar-se conta do mal,

Agride com dose letal

A muralha desse peito,

Ontem forte,largo peito.;

Hoje, fraco,vil,senil,

Minado por essa dor

Que chegou depois de Abril.



Don Juan D’Álamo,12/06/93







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