Usina de Letras
Usina de Letras
13 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63497 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51996)
Humor (20212)
Infantil (5649)
Infanto Juvenil (5007)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Desencanto -- 02/05/2005 - 11:38 (Carlos Alberto José Barbosa Coutinho) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Desencanto...

As fadinhas foram exterminadas,

As vias paralelas cheias de contradições,

O desperdício do tempo e das coisas,

Os simbolos dos imaginários e do contorcido,

Do fácil e do negar,

Do desprezo e da angústia,

Do despertar em vôo e toda camada destrutiva da manhã.



Não vi...não senti a pérola.

Não vejo o sentido de qualquer rosa clandestina...

O coração se apagando...deliciando o fútil

E o apagar aos poucos das luzes.



O sono de mortal vencido,

As folhas escritas como se nada adiantasse...

O NADA.

O místico podre.

O fácil corruptível.

As mesmas coisas para coração embaralhado.



O que sentir?

Bolas de pólvora giagntes?

O que se ter?

Meu navegar perante um barco

Que nunca se aproxima.



Ousadia...para sumir.

Ousadia...para ser espancada e cheia de hematomas.



O desmanche...

O não entendível.



Desencanto,

Forçosa expressão de socorro poético,

Da vida comprimida,

Desencanto...



Desencantado...

Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui