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Poesias-->Medo -- 09/04/2005 - 20:23 (Rodolfo Araújo) |
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Teu medo,
tanto medo
que treme a ponto de ferver uma lágrima que rola e então evapora sem avisar.
E minha voz aparece no telefone,
pede o teu nome
e não se cansa de falar.
Minha mão prende a tua mão
para que não corra para o mar.
E meus dedos enlaçam teus dedos
para que juntos
desenhem
um coração de sonhar.
A noite de hoje é silêncio,
onde não penso,
só há vazio,
intenso,
não tenho como rezar.
Ajoelho
serenato
mato
a sede
de beijar
Contigo sonho
e ponho
o sol
para despertar
Assim, então
mais cedo há
o amanhã de chegar. |
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