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Poesias-->LIVRE ARBÍTRIO - soneto -- 27/03/2005 - 08:48 (Lílian Maial) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Livre Arbítrio

Lílian Maial





A dor da poesia é conhecida,

não há chaga no mundo tão cantada.

Poeta é talho e cura da ferida,

seu verso: uma poção envenenada.



Poema é peste, é praga contraída,

nas noites sem luar, de madrugada.;

é a bênção que me torna absolvida,

palavra que me trai, desenganada.



Querer ou não querer não vem ao caso,

não tenho esse poder e nem queria

ser dona do destino dessa pena.



A rima é que me escreve, por acaso,

me elege na tristeza ou alegria,

liberta o coração ou me condena.





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