Usina de Letras
Usina de Letras
39 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63804 )
Cartas ( 21382)
Contos (13324)
Cordel (10373)
Crônicas (22599)
Discursos (3258)
Ensaios - (10868)
Erótico (13607)
Frases (52337)
Humor (20242)
Infantil (5703)
Infanto Juvenil (5068)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1389)
Poesias (141211)
Redação (3388)
Roteiro de Filme ou Novela (1066)
Teses / Monologos (2446)
Textos Jurídicos (1983)
Textos Religiosos/Sermões (6441)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Humor-->Deslizes! -- 13/08/2006 - 23:44 (Rosangela Lamas de Figueiredo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

Atílio era um coroa romântico, apaixonadíssimo por sua mulher, Estella. O maior sonho dele era ser pai. Mas, apesar de já estarem casados há longa data, ainda não havia conseguido realizar-se.
Após submeter-se a todo tipo de exames, Estella descobriu que o problema não era dela.
Pressionado, Atílio submeteu-se a inúmeros testes, e foi-lhe revelado o fato de ele ser impotente.
Desiludido, não sabia como compartilhar tal fato com a sua amada.
Um dia, num momento de Sorte, e, certamente de coragem, ele teceu o seguinte comentário:
_ Querida, eu tenho uma novidade para você!
_ É mesmo, Atílio, mas que coincidência, eu também tenho uma revelação a lhe fazer: Meu amor, eu estou grávida!
_ Grávida, como?!
_ Uai, do jeito que toda mulher fica!
Desnorteado, ele pediu licença, precisava ficar só... Refletir.
Teve ímpetos de jogar tudo pelos ares, porém, uma força-maior conteve os seus impulsos. Entrou no primeiro bar que encontrou à frente. Bebeu todas!... Depois ficou ruminando a um canto:
_ Um filho!... Meu ou de outro... O que importa!... Um filho é sempre um filho!
Alta madrugada...
Atílio pegou um violão emprestado com um amigo e debaixo da janela do seu quarto, começou a cantar para a sua amada Estella:
_” E é assim, que eu perdôo os teus deslizes
e é assim, o nosso jeito de viver,
em outros braços, tu resolves tuas crises... Em outras bocas não consigo te esquecer!”
Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui