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Erotico-->PIERRE QUE AMA DIANA QUE AMA... -- 06/12/2004 - 14:55 (Carlos Higgie) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
PIERRE QUE AMA DIANA QUE AMA...
Pierre notou, naquela semana, que Diana estava esquisita. Como se alguma coisa estivesse se apagando dentro dela. Pensou imediatamente no que alguns amigos, mais experientes, tinham lhe falado: “após um ou dois anos, a paixão morre e o amor vai se apagando”. Seria assim?
Diana sempre tinha sido sempre uma garota fogosa, cheia de imaginação, fervendo de desejo e exigindo cada vez mais dele. Mas, repentinamente, começou a encolher-se, a fazer amor sem muita inspiração.
Não tinham grandes problemas: a parte econômica estava estável, principalmente porque o pai de Pierre tinha dinheiro e ajudava muito, cobrindo mensalmente quase todas as contas do casal. Diana, que antes trabalhava num restaurante, agora se dedicava exclusivamente à faculdade, esforçando-se bastante para concluir seu curso de Psicologia. Pierre fazia administração, estava preparando-se para tocar os negócios do pai.
Pierre e Diana gostavam muito um do outro, sobre isso não havia dúvidas. O quê estava acontecendo, então?
A garota também estava preocupada com seu casamento. Após pouco mais de dois anos, num momento de loucura, procurou e se entregou para Alfredo, seu antigo e adorado amante. Alfredo tinha o dobro da sua idade, mas exigia tanto dela na cama, fazia as coisas com tanta segurança e energia, botava tanto carinho em cada gesto, que ela nem se preocupava com o detalhe da idade. Porém, inevitavelmente, após uma extenuante sessão de sexo com Alfredo, comparava o velho com o jovem Pierre.
Seu marido era lindo, jovem, cheio de energia e com muito tesão por ela. O que faltava? Talvez a idade e a sabedoria de Alfredo. Comparando-os, Diana caia num oceano de dúvidas. Se tivesse que escolher não saberia com qual ficar. Adorava o corpo jovem e firme de Pierre, sua pronta disposição para possuí-la, para entrar noite adentro entrando e saindo dela com força e paixão. Gostava do jeito sereno de Alfredo, da sua violência quando era contrariado, da maneira que explorava seu corpo de fêmea faminta por sexo, de como sabia exatamente o que fazer para arrancar de seu corpo as melhores notas do amor.
Já tinha se acostumado a Pierre, já tinha absorvido a idéia de que era uma senhora casada, a pesar de extremamente jovem, quando repentinamente Alfredo reapareceu na sua vida. Agora queria ficar com os dois. Como fazer isso sem levantar suspeitas, sem deixar pistas?
Naquela noite Pierre, depois do jantar, perguntou a queima-roupa se ela não gostava mais dele, se o amor tinha acabado.
___ Que é isso, meu amor!?- perguntou ela, respondendo -. Eu te adoro, você é o homem dos meus sonhos.
___ Não parece, Diana – falou ele -. Nos últimos dias você tem me evitado, parece que não quer mais a coisa...
Ela sorriu e aproximou-se dele. Pierre permaneceu sentado na cabeceira da mesa. Ela chegou perto, entrou debaixo da mesa e foi direto na braguilha dele.
___ Eu adoro a coisa!- exclamou enquanto mexia na braguilha e deixava exposto o sexo, ainda adormecido, de Pierre.
Com delicadeza ela brincou com aquele bichinho que começava a acordar. Usou os lábios, os dentes, a língua, os dedos, as bochechas e o cabelo, para acordar o adormecido e deixá-lo a ponto de bala. Pierre respirava com dificuldade, com os olhos fechados, segurando a cabeça de Diana com as duas mãos e obrigando-a a aumentar a velocidade dos movimentos. Ela sentia o sexo rígido e nervoso batendo no interior da sua boca, tentando chegar até a garganta: aquele animalzinho estava realmente excitado! Procurou mais espaço ali, debaixo da mesa e entre as pernas do marido, e movimentou-se com energia. Logo, logo, ele explodiu um jato poderoso, que escapou da boca da garota, bateu no seu rosto e colou-se na parte interna da mesa. Ela enfiou de novo na boca e continuou como se Pierre não tive gozado. O sexo do garoto amoleceu um pouco, mas permaneceu pronto para um novo ataque. Diana largou o objeto de seu desejo, saiu de debaixo da mesa, girou a cadeira e Pierre com um movimento rápido, deixou cair sua calcinha, levantou o vestido e encaixou-se sobre as pernas de Pierre. Entrou tudo de uma só vez: ela estava molhada e muito excitada. Cavalgou lentamente aquele falo jovem e rígido, enquanto baixava a parte superior do vestido e deixava os seios expostos.
___ Beija!- ordenou, cavalgando sem parar.
Pierre beijou um e outro, enfiou um quase inteiro na boca, demorou-se nos biquinhos duros e alertas.
___ Morde, morde! – falou ela, quase gritando.
Ele cravou os dentes num dos bicos e ela gritou, sentindo uma mistura de dor e prazer. Aquele grito, os gestos desesperados de Diana, o cavalgar nervoso e rítmico sobre seu sexo, mexeram com Pierre. Pegou a garota pela cintura, levantou-se com dificuldade, jogou no chão pratos, copos, talheres e sentou-a na mesa. Dava certinho para seu jogo de entra e sai. Ela deitou sobre o restante da louça, da comida e dos talheres.
___ Você parece uma vagabunda! – exclamou ele, vendo-a sobre a mesa, exposta, cheia de luxuria, pronta para receber seu macho.
___ Eu sou uma puta! – gritou ela, gemendo quando ele se cravou com força nela.
___ Puta? – perguntou ele, sem esperar resposta, socando com mais força, querendo chegar até o mais profundo da sua mulher.
___ Sou puta, sou puta! – gritava ela, separando as pernas e abrindo-se para aquele instrumento que a torturava e a enlouquecia de prazer.
___ Toma então, piranha! – socava ele, sem piedade, arrancando dela gritos de puro tesão, as mãos cravadas na cintura feminina.
Gozaram quase ao mesmo tempo. Pierre caiu para trás e sentou na cadeira, ela ficou ali, na mesa, as pernas obscenamente separadas, o sêmen escorrendo por uma delas, os seios para fora, o cabelo revolto e os olhos fechados. Naquele preciso instante ela pensou em como seria bom que outro homem, Alfredo quiçá, entrasse dentro dela e buscasse outros gritos de prazer. Quando percebeu o que estava pensando, estremeceu-se e pensou se não estaria ficando louca ou ninfomaníaca.
LEIA OS OUTROS CONTOS DESTA HISTÓRIA DE AMOR:
1- UMA NOITE COM DIANA
2- AINDA NAQUELA NOITE
3- TODA A VIOLÊNCIA DE ALFREDO
4- UMA EXCITANTE DESPEDIDA
5- DIANA E PIERRE
6- DEPOIS DO JANTAR
7- A NOIVA
8- NO MESMO MOTEL



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